O produto está bem. Uma categoria quebrou numa data específica — e nenhum mercado vizinho o sentiu.
Um ministério do turismo nacional, aconselhado por um parceiro de consultoria governamental, atraía o maior número de visitantes entre cinco mercados comparáveis — e ainda assim ficava em último na experiência. A razão não era o produto: numa escala comum, os hotéis ficavam a escassos dois pontos do melhor vizinho. A razão era uma única categoria. A satisfação com os táxis estava ~26 pontos abaixo do melhor par — a maior diferença de tudo o que foi medido — e falhou num momento preciso. A satisfação com a disponibilidade caiu de 65% para 38% ao longo de 2025, em todo o país e ao mesmo tempo, enquanto todos os quatro vizinhos comparáveis se mantiveram ou subiram. Uma queda assim sincronizada, num único país, não é sazonal nem local. É estrutural. E não eram os motoristas — a cortesia manteve-se nos 66%. Eram a oferta e as tarifas, ambas ~43% positivas. Isso aponta para uma alavanca de política pública, não para um slogan de serviço. Valores apresentados em termos relativos e anonimizados; o estudo subjacente é confidencial do cliente.
Lacuna estreita
Os hotéis ficaram ~2 pontos atrás do melhor concorrente comparável. O produto central — aquilo que atrai visitantes — estava em paridade com os pares. Não é esse o problema.
lacuna de ~26 pontos — e continua a cair
A satisfação com os táxis ficou ~26 pontos atrás do melhor par — a maior lacuna de qualquer tema, e a única categoria em que este mercado era o último E continuava a cair enquanto os quatro vizinhos subiam.
Uma categoria, uma janela de queda, sem movimento nos pares. Os números identificam a categoria, datam a quebra e separam a causa — para que a alavanca de política pública seja específica, não vaga. Apresentado em termos relativos e anonimizados, numa escala comum.