As duas cadeias que mais vendem matcha são as duas que pior o vendem.
Um dos principais produtores japoneses de matcha perguntou onde competir nos EUA. O instinto era ir para onde o matcha já vende — os nomes de volume, o canal dos cafés. Lemos tráfego e opiniões de consumidores em todos os locais dos EUA onde se vende matcha, marca a marca, canal a canal. O mapa do volume aponta na direção errada. Os nomes com maior procura de matcha são os nomes cujos consumidores ficam mais desiludidos com ele. Essa procura desiludida não se perde — concentra-se nos especialistas autênticos, que pontuam 50 pontos acima.
Siga a procura
Vá onde o matcha já vende. Os maiores nomes — a principal rede de café, a segunda maior — atraem o maior tráfego de consumidores de matcha do país. Entre pelo canal com mais volume: os cafés, com 99.000+ menções a matcha e ainda em subida, a 17× o nível de 2020.
Recupere o que se perde, não persiga o volume
Os líderes de volume têm 61–64% de negativas no seu próprio matcha. A procura frustrada não se evapora — escoa para especialistas autênticos com 88–93% de positivas. E essa qualidade não é uma média com sorte — é um piso estrutural. Em todos os restaurantes japoneses com opiniões de matcha suficientes para medir, o piso é 80% positivo e a dispersão é estreita. Os locais de sushi marcam 82%+ sem exceção. Um produtor que entre por este canal não escolhe exceções a dedo; apoia-se num padrão que o canal já mantém.
No matcha, a procura e o veredicto do consumidor apontam em direções opostas — e o canal com o veredicto mais alto é também o que mantém o padrão mais consistente e rigoroso em cada estabelecimento individual. Leia os dois sinais — e “ir aonde o matcha vende” passa a ser “dominar o segmento que as cadeias de grande volume não conseguem sustentar, ao padrão que os consumidores delas já sabem esperar”.